terça-feira, 12 de maio de 2015

Roma,
a cidade eterna dos poetas. O berço da civilização ocidental. 
Cada ruela, as fontes, igrejas , os monumentos medievais 
e renascentistas são testemunhas de sua história milenar. 
O Panteão, o Coliseu, as ruínas do Fórum 
são símbolos reais do Império Romano. 
Roma é pontilhada por uma arquitetura de extravagante beleza. 
Cidade católica, abriga o Vaticano, 
o menor estado independente do mundo. 
A capital da Itália, banhada pelo Rio Tibre, 
é uma das cidades mais visitada pelos turistas. 
No entanto... esplendor e pobreza andam lado a lado. 
Nem tudo é dolce vita na Cidade Eterna. 
Roma está suja, de certa forma, abandonada.
Mas vá a Roma, pois todos os caminhos até ela conduzem. 
E você não se arrependerá, pois é linda!























segunda-feira, 4 de maio de 2015

Um feriadão na pequena e linda Lübeck, no norte da Alemanha, 
a cidade onde nasceu Thomas Mann. 
Na ida e na volta, enquanto viajávamos - como em sua homenagem - 
ouvíamos Buddenbrooks, uma narrativa minuciosa e cativante. 
Fui na casa do escritor, na Mengstrasse, 4 - uma vivência literária. 
Deixo um carinho para todos e... essas imagens! 












quinta-feira, 30 de abril de 2015

Olá, meninas! Tudo bem?

Comprei almofadas novas na loja H&M
Escolhi um motivo floriado...
para combinar com os ares primaveris daqui. 

Obrigada pelas queridas visitas.
Bom feriado para todas vocês! 
Beijo no coração


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Reencontro minhas árvores e a parte de mim que nelas ficou. 
Descubro que a saudade, adormecida-acordada, 
é maior do que eu calculava, bem maior do que eu supunha. 
Então (eu poderia jurar!) é como se elas por mim tivessem esperado, 
como se soubessem de minhas demoras; 
como se tivessem percebido minha ausência.  

Imagens: ontem, em meu quarteirão, que 
tem um nome, do qual gosto muito:
o quarteirão dos Compositores



Cisnes Jovens 

sábado, 18 de abril de 2015

Minhas manhãs começam cedo. Já fui no Emmerys comprar pão e, milagrosamente, consegui renunciar aos muffins de chocolate. De bicicleta segui a pequena rua, ladeada de jardins. Os pássaros ensaiam os cantos, agora em todos os arpejos. E o sol está de visita. Veio para ficar. Hospedou-se. Edificou a barraca para veranear. Trouxe um afago caloroso, tenso, como quem quer suprir suas falhas, sua culpa - essa imensa falta, os constantes atrasos. Seus raios tingem o mundo de luz, raios feito braços compridos enrolados, como os ramos da chuva azul que se enroscam por cima da cerca e se agarram nas paredes de tijolos vermelhos. O sol agora mora no hemisfério norte. Quando coadjuvante no inverno, agora é protagonista. Atua no cenário, metade herói, metade vilão. Debruça preguiçoso nos telhados de ardósia. Transforma a noite em quase dia. Ilumina e brinca. Esquece dos segundos, dos minutos, das horas... e deixa tudo alvo, claro – como se fossem noites brancas. Precocemente, traz a aurora. Espia para dentro de meu quarto, como quem diz, em gargalhadas: Veja, cá estou, bem acordado. Minhas manhãs são madrugadas... insones, como o sol.