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13 maio 2018

Óbidos

Óbidos, do latim ópido: cidadela 

No século XIII, o rei Dinis de Portugal casou-se com Isabel de Aragão. 
No ensejo, o monarca deu para sua noiva a vila de Óbidos inteirinha. 
Um valioso presente! 

 Lá está pequenina, medieval... quase intacta. 
É impossível traduzir a beleza de Óbidos em palavras ou através da fotografia. 
É preciso senti-la, saborear seus aromas e ouvir suas canções. 
Todo ângulo é gracioso, único e surpreendente. 
As casas são caiadas, com enfeites de amarelo ou azul. 
É bonito ver os telhados em vermelho- abóbora e as antigas chaminés. 
Pelas ruelas há muitas lojas de artesanato, cafés e restaurantes. 
 Ao deixá-la, quando rumamos em direção a Lisboa, 
ainda olhei para trás, pois queria vê-la mais uma vez, 
ali... em cima da colina, protegida entre muralhas. 
Uma pérola - ainda em sua concha.













14 janeiro 2018

Rio Grande do Sul

Visitamos a rota do vinho na região serrana do Rio Grande do Sul, 
onde os imigrantes italianos fizeram a sua morada. 
Conhecemos várias cidades e provamos vinhos em pequenas propriedades. 
Simplesmente encantadora é a região, 
pontilhada por araucárias e vinhedos, tantos vinhedos. 
A arquitetura é bem conservada e tão peculiar, 
uma preciosa herança que conta histórias do século XIX. 
As imagens de hoje são das cidades de
Antônio Prado, Monte Belo e Santa Tereza.

Brasil bonito!
Dezembro de 2017


















Meu marido puxando a barca. 








20 maio 2017

Alentejo

Viajar para Portugal é como ir para casa. Há, por toda parte, laços atávicos que nos unem e que nos assemelham: nossa terra-mãe, nossa origem, nossa herança. É um país encantador... com aromas de ervas, de figo, de eucaliptos, de mar e de verão. O povo é hospitaleiro, as pessoas são amáveis e humildes. Rumamos para o Alentejo e encontramos vastas planícies, mares verdes e praias desertas. Há oliveiras, sempre oliveiras. Nas esplanadas crescem vinhedos, corticeiras e laranjais. Castelos medievais e pequeninas aldeias - com brancos casarios - se espalham por toda a região. Passamos pela ancestral Évora, por Moura, Serpa, Mértola, Monsaraz - no topo da Colina, Beja, Mourão e a miúda Porto Covo.