20 março 2013

É hora do meio dia. Sem tardança, corro e deixo as aventuras para depois, pois nosso pai não gosta que estejamos atrasados para o almoço. O sino lá na torre anuncia a chegada do momento do descanso, suas badaladas fortes soam como uma ordenação em meus ouvidos... não ouso desobedecer. O sol a pino, derrama seu calor sob nossas cabeças descobertas. Calor ardente. O céu, azul ilimitado, sugere quimeras e descobertas. Um cheiro de capim e de terra lavrada entra pela janela de nossa casa... Bons tempos - os da infância!


Mangas em meu jardim...



Imagem/texto: Ilaine

11 comentários:

O meu pensamento viaja disse...

Maravilha de memórias, de palavras, de imagem.
Beijo

Evelyn Monteiro disse...

Adoro!!!
Aproveite para fazer uma visitinha
www.vocenasceumulheraproveite.blogspot.com.br
www.juv.com.br/you/eve

Bjos
Eve

Jussara Neves Rezende disse...

Belas memórias, belo resgate!

Te de Ternura disse...

BELLEZA nos dejas con tus PALABRAS, con tu SENSIBILIDAD, con la MAGIA de tu BLOG...
MIL GRACIAS POR TODO AMIGA :)
Conxita

Regina Melo-Jocknevich disse...

Bom dia Ila.

Adorei esse poema, lindo demais, e as fotos da manga e mangueira, tudo com um gostinho de infância. Um presente pra nós.

Um grande abraço

Patricia Merella disse...

Doce recordação,reportou-me também a minah infancia.Frutas tropicais fresquinhas no jardim,que privilégio para nós que vivemos neste lado de cá.Lindo dia,beijinhos

Moro em um Kinder Ovo disse...

Meu Deus, a dona do castelo tem um pé de manga para chamar de seu. É um sonho?

Eva disse...

Milagrosos os cheiros e os sabores que nos levam rapidinho para um túnel do tempo, de um tempo amoroso que nos rega até hoje, amei o post, bjo grande, minha amiga, tudo de melhor prá ti.

Executiva de Panela disse...

Ilana, que linda foto das mangas de seu quintal. Interessante, as imagens me remetem à infância também. Beijos, Paula

Rosangela disse...

Que privilégio pode comer uma manga colhida no próprio jardim!

Por isso sinta-se privelegiada por Deus e pela natureza.

Bjs

Tiane disse...

Adoro as recordações da minha infência! São bem assim, como o teu poema: doce, gostoso e belo!