22 agosto 2010

Vaso-bola

Olhe que lindo... Vaso da Menu

01 julho 2010

28 junho 2010

A vez das rosas...




No moinho dos cisnes as casas são velhas e contam coisas de outros tempos. As fachadas tem a cor natural da pedra, sem maquiagens. Os telhados são todos escuros, cobertos por telhas de ardósia. Chaminés se erguem por entre as telhas e observam incansáveis o cenário. Há muitas vidraças, mas poucas cortinas. Espaços transparentes, cheios de luz. As ruas são pequenas linhas que se entrecruzam. Elas separam as fileiras, mas encontram-se sempre em algum lugar. No moinho dos cisnes as ruas são ladeadas de jardins. E que pequenos que são... Minúsculos espaços que se transformam num milagre verdejante nas estações quentes. Arbustos floridos encortinam as alvenarias, como se estendessem sobre elas mantas coloridas. Plantas trepadeiras escalam a parede na avidez de um encontro sonhado. Inquietas, abraçam os muros com mil braços estendidos. As clematis requebram as divisórias e decoram em sublime floração. Os cisnes nadam na enseada. É lá... onde ela mora, na velha casa - no moinho dos cisnes.


22 junho 2010

Florescer...



Imagens: Ilaine

10 junho 2010

Alegria cor-de-rosa



Um pequeno nicho...

...para expor pequenas coleções de gente importante.




08 junho 2010

Normann Copenhagen





Hoje entrei na Loja da Normann Copenhagen e... que emoção: tocava música brasileira em alto som. Isto já é quase comum por aqui. Esse povo adora a nossa música. Eu quase derreti. Em homenagem, faço este post.

A loja se localiza no bairro de Østerbro, onde moro. Nada como um espaço de um antigo cinema para abrigar e expor tantas coisas bonitas.

Imagens Google

03 junho 2010

Quarteirão dos Compositores


Casas estreitas, unidas, geminadas. Parecem de mãos dadas. O lugar onde moro é um quarteirão de casas todas iguais. Foram construídas há cem anos atrás. Moramos no Quarteirão dos Compositores - uma pequena vila dentro do Bairro de Østerbro, não longe do centro de Copenhague. Cada rua foi batizada com o nome de um compositor dinamarquês.

De minha janela olho as outras casas. Vou para a rua. Caminho e percebo o mundo pequeno, como se fosse um ninho. Trilhas miudinhas, um jardim de malvas. Há música dentro delas, são eles que estão compondo... ainda! Encontro o menino, a moça, a vovó, que me faz um sorriso. Aqui uma bola, ali a bicicleta. Trezentas e noventa e três casas. Trezentos e noventa e três castelinhos de sonhos.

Fachadas uniformes, mas nada monótonas. Cada moradia leva um traço de sua personalidade que a distingue de todas as outras: a cerca, a gérbera, um banco, o guarda-sol, a cerejeira em flor, as lanternas, o carrinho de nenê, a casa de passarinho, a roseira. Janelas sem grades, poucas cortinas, somente vidraças. Quase todas com moldura branca, ou verdes, algumas azuis. Um lugar... Quarteirão dos Compositores. Nada pomposo. Sem contrastes. Para mim... apenas bonito.


29 maio 2010

Servida?!

Lu, aFILHAda! Estou exercitando... Quando vieres, vamos fazer nossos quitutes. Manjares!

O pratinho é da Green Gate. Clique e veja quantas coisas lindas...

28 maio 2010

23 maio 2010

Clematis... a trepadeira em flor


Florir. Somente florejar. Há um saltitar festivo no ar. Delicados sinais de vida, suavemente esverdeados, rebentam com fragor nas ramagens e se enchem de seiva, de perfume: doces aromas, hastes frescas, pétalas orvalhadas... e a flor. Uma borboleta desliza por sobre os rosados tons da clematis, roçando seu perfume. Os jardins ciciam, soam e segredam ao vento. Raios solares aquecem o meu rosto com a maciez de um afago, fortificando minha alma sarrabulhada. Num festival de cores, os cafés espalham suas mesas pelo calçadão e os namorados fazem piquenique no parque. Nestes longos anoiteceres, fico de conversas com minhas amigas na rua, no jardim ou em algum bar. A vida se arrasta lenta e venturosa, como se a temperatura morna fosse um presente dado para fagulhar o pensamento com coisas positivas. Paixões inebriantes florescem a cada passo. Um gosto de mel e um perfume de pólen se espalham pela cidade. Vou sair por aí para inspirar o ar da primavera.Tudo parece estar feliz... tão feliz! A saltitar!