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A vez das rosas...
22 junho 2010
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10 junho 2010
09 junho 2010
08 junho 2010
Normann Copenhagen


Hoje entrei na Loja da Normann Copenhagen e... que emoção: tocava música brasileira em alto som. Isto já é quase comum por aqui. Esse povo adora a nossa música. Eu quase derreti. Em homenagem, faço este post.

A loja se localiza no bairro de Østerbro, onde moro. Nada como um espaço de um antigo cinema para abrigar e expor tantas coisas bonitas.
Imagens Google
03 junho 2010
Quarteirão dos Compositores
Casas estreitas, unidas, geminadas. Parecem de mãos dadas. O lugar onde moro é um quarteirão de casas todas iguais. Foram construídas há cem anos atrás. Moramos no Quarteirão dos Compositores - uma pequena vila dentro do Bairro de Østerbro, não longe do centro de Copenhague. Cada rua foi batizada com o nome de um compositor dinamarquês.
De minha janela olho as outras casas. Vou para a rua. Caminho e percebo o mundo pequeno, como se fosse um ninho. Trilhas miudinhas, um jardim de malvas. Há música dentro delas, são eles que estão compondo... ainda! Encontro o menino, a moça, a vovó, que me faz um sorriso. Aqui uma bola, ali a bicicleta. Trezentas e noventa e três casas. Trezentos e noventa e três castelinhos de sonhos.
Fachadas uniformes, mas nada monótonas. Cada moradia leva um traço de sua personalidade que a distingue de todas as outras: a cerca, a gérbera, um banco, o guarda-sol, a cerejeira em flor, as lanternas, o carrinho de nenê, a casa de passarinho, a roseira. Janelas sem grades, poucas cortinas, somente vidraças. Quase todas com moldura branca, ou verdes, algumas azuis. Um lugar... Quarteirão dos Compositores. Nada pomposo. Sem contrastes. Para mim... apenas bonito.
29 maio 2010
28 maio 2010
26 maio 2010
23 maio 2010
Clematis... a trepadeira em flor
Florir. Somente florejar. Há um saltitar festivo no ar. Delicados sinais de vida, suavemente esverdeados, rebentam com fragor nas ramagens e se enchem de seiva, de perfume: doces aromas, hastes frescas, pétalas orvalhadas... e a flor. Uma borboleta desliza por sobre os rosados tons da clematis, roçando seu perfume. Os jardins ciciam, soam e segredam ao vento. Raios solares aquecem o meu rosto com a maciez de um afago, fortificando minha alma sarrabulhada. Num festival de cores, os cafés espalham suas mesas pelo calçadão e os namorados fazem piquenique no parque. Nestes longos anoiteceres, fico de conversas com minhas amigas na rua, no jardim ou em algum bar. A vida se arrasta lenta e venturosa, como se a temperatura morna fosse um presente dado para fagulhar o pensamento com coisas positivas. Paixões inebriantes florescem a cada passo. Um gosto de mel e um perfume de pólen se espalham pela cidade. Vou sair por aí para inspirar o ar da primavera.Tudo parece estar feliz... tão feliz! A saltitar!







