09 junho 2014
06 junho 2014
Queridos amigos!
Como todos os anos, no início do mês de junho,
visito uma exposição open air em Frederiksberg,
cidade geminada a Copenhague.
Alguns de vocês já conhecem,
pois já postei aqui.
Alguns de vocês já conhecem,
pois já postei aqui.
Aqui tem flores e móveis para jardim,
assim como peças antigas, cerâmica, balaios, tecidos,
vasos, roupas, cambraias, almofadas e...
tudo, tudo o que amamos.

01 junho 2014
Bom dia, queridos amigos!
Hoje tem bolo novamente.
A receita vem acompanhada.
Feliz domingo, então!
Bolo
de cerejas
Receita:
1 vidro de cerejas – eu usei a fruta fresca
250 gr de açúcar
124 gr de manteiga
4 ovos inteiros
125 gr de farinha de trigo
2 colheres de de chá (rasas) de fermento
125 gr de amêndoas picadas
200 gr de chocolate meio amargo.
Bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos e bata novamente.
Adicione a farinha e o fermento.
Por fim as amêndoas e o chocolate
picado.
Coloque na forma.
Agora adicione as frutas e espalhe por sobre a massa
do bolo.
Asse por 45 minutos.
Deixe esfriar e enfeite com o creme.
A cobertura eu mesma criei.
Usei um produto parecido com iogurte – skyr –
e adocei com açúcar
confeiteiro e com baunilha.
Acredito que com creme de leite fique uma
delícia.
Enfeite com as frutas.
Poderá usar outras frutas no lugar da cereja.
E, é claro, enfeitar da maneira como quiser!

31 maio 2014
Continuarei a escrever.
Vou falar baixinho, da forma mais delicada
possível sem, no entanto, me esconder.
possível sem, no entanto, me esconder.
Tentarei redigir palavras em ritmo manso para não
machucar o momento que poderá estar cristalino.
O momento de você – cujo espaço eu jamais poderei invadir por demais.
Que minha escrita soe como um sussurro ao ouvidos de quem me lê.
Que as palavras possam ter o significado de um abraço,
a forma de campo florido e sejam delicadas, como as fibras da flor de lótus.
E que possam amornar corações e que tenham brilho, como a luz do amanhecer.
Ainda que tudo isto seja audacioso e impossível, esse é o meu sonho.
Meu desejo é escrever, ainda que a autocrítica me barre tantas vezes.
Quero me sentir mais livre,
sem pesar cada termo ou achar que é ridículo ou esdrúxulo.
Que a humildade permaneça em mim, mas que não me limite em demasia.
A palavra é o espelho do que sou. Escrevo o que sinto o que penso
e exponho a minha versão das coisas. O que conto é subjetivo, como as linhas
desenhadas na palma de minha mão.
Continuarei a escrever – é minha inquietude.
É meu sentimento.
Vou querer falar de tudo o que me rodeia
e o mundo estrangeiro em
minha vida – que passei a amar
Em líricas, continuarei a expor a saudade que sinto de meu país
e
contar sobre a falta que tantas vezes me faz.

29 maio 2014
Tardes feitas para passeios. Cada dia uma jornada, um rumo.
Hoje fui no Kongens Have, um parque bem no centro da cidade.
Gosto demais, levo a câmara fotográfica, um livro e uma água.
O parque real – o mais antigo de Copenhague -
é um lugar para todos, onde há muito espaço verde,
próprio para fazer piqueniques, encontrar o namorado,
jogar conversa fora, estudar, ou... simplesmente curtir o sol.
E, de todos os ângulos, o castelo retrata,
de forma majestosa e linda, o pano de fundo.
Comece o dia amando mais você.
Oswaldo Montenegro
Porque há o direito ao grito.
Então eu grito.
Então eu grito.
Clarice Lispector
Obrigada pelas visitas em meu blog.
Feliz demais em ver você aqui!
Amo flores, por demais!
Texto e imagens: Ilaine
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